Ao longo da jornada humana, somente nossas escolhas determinam o nosso destino. Nossa vontade sobre o que pensamos e sobre o que fazemos é a alma que anima aquilo que somos.
Nosso desejo paira entre as selvas da consciência e a floresta obscura do nosso inconsciente. Parte dele nos é perceptível, conforme o conjunto daquilo que somos está apto para realizar e manifestar essa essência. Porém, o foco é o pai e a vontade é a mãe. Não há realização sem vontade, concretização sem foco. Nossas escolhas, nossas ações, constantes e seqüenciais, determinam nosso caráter, nossa personalidade e a maneira como nos vemos, compreendemos e ao mundo igualmente.
Não existe fator que determine se somos prósperos ou frustrados, se somos bons ou perversos, confiáveis ou temíveis. Tudo vem do que escolhemos fazer, de como escolhemos agir, e o fator tempo não é determinante. Assim sendo, não é de grande importância o tempo em que ficamos agindo de uma mesma forma, porque podemos mudar e conseqüentemente transformar a nós mesmos através disso. A nossa maneira de mudar aquilo que somos, é mudar a forma como pensamos, a forma como agimos. O agir e o pensar são expressões máximas de nosso eu, e exercendo nosso poder de escolha sobre essas expressões, as fazemos atingir a parte de nós que nos faz crescer e ampliar nossos pontos de vista, nossos talentos, nossos horizontes.
Quando se toca no teor mudança sobre a atitude de pensar e agir, não se aplica a um comportamento tolhedor de si mesmo. Não se trata de enjaular mente e coração em uma gaiola cujas barras invariavelmente enferrujarão e um dia libertarão uma fera vingativa. Nossas escolhas aqui, se aplicam ao nível de adaptarmos os fatores externos do nosso ser, às nossas ambições internas, sejam elas quais forem.
Nossa personalidade é preenchida de fatores alheios a nossa vontade consciente, mecanismos e adaptações nascidas em certos pontos dessa vida ou ainda resultados vindos de antes dela, fatores que têm sua importância no contexto geral do que somos, mas que podem ser disciplinados para servirem de escada e não de estorvo a conclusão de nossos objetivos.
Devemos nos adaptar a nós mesmos, adaptando o mundo da nossa manifestação pessoal – interna e externa – para conquistarmos aquilo que desejamos.
Todos têm sonhos.
Todos têm desejos para os quais a mente cria pontes e castelos para alcançar, mas no geral, muitas vezes, fazemos nada que nos leve a atingi-los e concretizá-los.
É uma questão de ação. É uma questão de escolha.
Não se pode crer que há um destino que determine, para além de nossa escolha e vontade, nosso futuro ou caráter. Tudo, tanto nosso eu, quando o mundo no qual ele está inserido, é resultado do conjunto principal e secundário de escolhas que fizemos ao longo da vida. Tudo é conseqüência, uma cadeia de conseqüências ininterrupta que organiza os tijolos de nossas diversas moradas. Podemos destruir e remontar com novos tijolos. Podemos aumentar e alargar, criar novas possibilidades, novas expectativas.
A felicidade condiz muito mais com aquilo que acreditamos e sentimos, do que com as condições propriamente ditas. O ser feliz é um estado psicológico, espiritual, fruto de uma cadeia de encaixes internos que na maioria das vezes não tem base alguma na vida exterior. É uma questão de como se vê o mundo, e não de como o mundo é em si.
Podemos encontrar felicidade nas coisas mais simples, e perdê-la nas mais grandiosas. Por que assim como nosso futuro e destino, a felicidade vem como fruto das nossas escolhas, baseada nas nossas expectativas, e por isso assume muitas formas e muitas faces.
Porque o melhor de nós, só pode fluir, quando lhe dermos oportunidade para isso. Não há escolha sem conseqüência, assim como não há palavra sem eco no infinito do drama cósmico. O mundo que nos cerca e abriga é um reflexo de tudo aquilo que fomos dentro dele. As portas se abrem conforme as chaves que carregamos. As janelas, conforme os horizontes que desejamos ver. Não há acontecimento que não esteja intrinsecamente ligado a nós mesmos.
Para quem diga que não se pode determinar e escolher o que se sente, pode ser dito que podemos escolher como lidar com nossas próprias emoções e sentimentos. Para quem afirme ser vítima de seus potentes desejos, pode-se afirmar que desejar não imprime culpa, e sim agir de maneira desmedida e desequilibrada quanto aos seus próprios impulsos.
Não há energia dentro da vida humana, que não ceda domínio ao ser. Porque as paixões de alguém podem dominá-lo e transformá-lo, mas também podem assumir o papel de cetro e coroa na conquista de um reino único, onde o homem reina primeiro sobre si, e depois sobre as circunstâncias do mundo que o cerca.
O domínio das paixões é ritmo dentro da melodia do grande domínio sobre si mesmo. Dominando suas próprias escolhas, encaixando-as no padrão maior existente dentro de cada consciência, o homem pode reconhecer e controlar a energia que o anima, usando seus impulsos como fonte de criação e autoconhecimento, de prazer e manifestação do que há de melhor em si.
Enquanto submisso a elas ele permanece com uma venda que o priva de ver a si, observando o mundo pelo distorcido ponto de vista do interior da caverna, detalhando seus contornos somente através das sombras refletidas na parede sombria de sua turva percepção. Porém, quando o foco é descoberto e mantido, os passos se tornam possíveis e certos para o lado de fora, para a liberdade quanto às limitações que o tornavam perdido, ignorante sobre as belezas do mundo. A luz o ofusca, mas também faz adaptar seus olhos a nova visão que lhe apresenta sua nova, porém eterna realidade.
Nosso desejo paira entre as selvas da consciência e a floresta obscura do nosso inconsciente. Parte dele nos é perceptível, conforme o conjunto daquilo que somos está apto para realizar e manifestar essa essência. Porém, o foco é o pai e a vontade é a mãe. Não há realização sem vontade, concretização sem foco. Nossas escolhas, nossas ações, constantes e seqüenciais, determinam nosso caráter, nossa personalidade e a maneira como nos vemos, compreendemos e ao mundo igualmente.
Não existe fator que determine se somos prósperos ou frustrados, se somos bons ou perversos, confiáveis ou temíveis. Tudo vem do que escolhemos fazer, de como escolhemos agir, e o fator tempo não é determinante. Assim sendo, não é de grande importância o tempo em que ficamos agindo de uma mesma forma, porque podemos mudar e conseqüentemente transformar a nós mesmos através disso. A nossa maneira de mudar aquilo que somos, é mudar a forma como pensamos, a forma como agimos. O agir e o pensar são expressões máximas de nosso eu, e exercendo nosso poder de escolha sobre essas expressões, as fazemos atingir a parte de nós que nos faz crescer e ampliar nossos pontos de vista, nossos talentos, nossos horizontes.
Quando se toca no teor mudança sobre a atitude de pensar e agir, não se aplica a um comportamento tolhedor de si mesmo. Não se trata de enjaular mente e coração em uma gaiola cujas barras invariavelmente enferrujarão e um dia libertarão uma fera vingativa. Nossas escolhas aqui, se aplicam ao nível de adaptarmos os fatores externos do nosso ser, às nossas ambições internas, sejam elas quais forem.
Nossa personalidade é preenchida de fatores alheios a nossa vontade consciente, mecanismos e adaptações nascidas em certos pontos dessa vida ou ainda resultados vindos de antes dela, fatores que têm sua importância no contexto geral do que somos, mas que podem ser disciplinados para servirem de escada e não de estorvo a conclusão de nossos objetivos.
Devemos nos adaptar a nós mesmos, adaptando o mundo da nossa manifestação pessoal – interna e externa – para conquistarmos aquilo que desejamos.
Todos têm sonhos.
Todos têm desejos para os quais a mente cria pontes e castelos para alcançar, mas no geral, muitas vezes, fazemos nada que nos leve a atingi-los e concretizá-los.
É uma questão de ação. É uma questão de escolha.
Não se pode crer que há um destino que determine, para além de nossa escolha e vontade, nosso futuro ou caráter. Tudo, tanto nosso eu, quando o mundo no qual ele está inserido, é resultado do conjunto principal e secundário de escolhas que fizemos ao longo da vida. Tudo é conseqüência, uma cadeia de conseqüências ininterrupta que organiza os tijolos de nossas diversas moradas. Podemos destruir e remontar com novos tijolos. Podemos aumentar e alargar, criar novas possibilidades, novas expectativas.
A felicidade condiz muito mais com aquilo que acreditamos e sentimos, do que com as condições propriamente ditas. O ser feliz é um estado psicológico, espiritual, fruto de uma cadeia de encaixes internos que na maioria das vezes não tem base alguma na vida exterior. É uma questão de como se vê o mundo, e não de como o mundo é em si.
Podemos encontrar felicidade nas coisas mais simples, e perdê-la nas mais grandiosas. Por que assim como nosso futuro e destino, a felicidade vem como fruto das nossas escolhas, baseada nas nossas expectativas, e por isso assume muitas formas e muitas faces.
Porque o melhor de nós, só pode fluir, quando lhe dermos oportunidade para isso. Não há escolha sem conseqüência, assim como não há palavra sem eco no infinito do drama cósmico. O mundo que nos cerca e abriga é um reflexo de tudo aquilo que fomos dentro dele. As portas se abrem conforme as chaves que carregamos. As janelas, conforme os horizontes que desejamos ver. Não há acontecimento que não esteja intrinsecamente ligado a nós mesmos.
Para quem diga que não se pode determinar e escolher o que se sente, pode ser dito que podemos escolher como lidar com nossas próprias emoções e sentimentos. Para quem afirme ser vítima de seus potentes desejos, pode-se afirmar que desejar não imprime culpa, e sim agir de maneira desmedida e desequilibrada quanto aos seus próprios impulsos.
Não há energia dentro da vida humana, que não ceda domínio ao ser. Porque as paixões de alguém podem dominá-lo e transformá-lo, mas também podem assumir o papel de cetro e coroa na conquista de um reino único, onde o homem reina primeiro sobre si, e depois sobre as circunstâncias do mundo que o cerca.
O domínio das paixões é ritmo dentro da melodia do grande domínio sobre si mesmo. Dominando suas próprias escolhas, encaixando-as no padrão maior existente dentro de cada consciência, o homem pode reconhecer e controlar a energia que o anima, usando seus impulsos como fonte de criação e autoconhecimento, de prazer e manifestação do que há de melhor em si.
Enquanto submisso a elas ele permanece com uma venda que o priva de ver a si, observando o mundo pelo distorcido ponto de vista do interior da caverna, detalhando seus contornos somente através das sombras refletidas na parede sombria de sua turva percepção. Porém, quando o foco é descoberto e mantido, os passos se tornam possíveis e certos para o lado de fora, para a liberdade quanto às limitações que o tornavam perdido, ignorante sobre as belezas do mundo. A luz o ofusca, mas também faz adaptar seus olhos a nova visão que lhe apresenta sua nova, porém eterna realidade.